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quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Preconceito

Esses dias eu parei pra pensar em uma pessoa e me veio algo à mente que pretendo expor de forma resumida aqui no blog, vou tentar prometo.Certa vez vi num episódio de um seriado chamado Seinfeld, o próprio Jerry Seinfeld tentar explicar como se termina uma amizade, e era até engraçado vê-lo tentar fazer a tal esquete sobre o assunto e ele mesmo dizia que não tinha sentido nisso de Ex-amigo. Pode existir, ex-namorada, ex-mulher, ex um monte de coisas, mas não me lembro de ter visto alguém dizer que tem um “ex” amigo ou uma “ex” amiga, isso não existe né, amizades que são amizades de verdade, permanecem independente do que possa ter acontecido, somos todos seres humanos cheios de falhas e limitações e nossas amizades estão sujeitas a nós mesmos, ao mesmo tempo que também somos destinados a desenvolver a interdependência, não há como negar, dependemos uns dos outros, ninguém vive sozinho num Iglu, por mais que queira ou se esforce para tal. Meus pensamentos divagavam sobre esse assunto e então também me coloquei a pensar que não tenho nenhum “ex-tio” ou uma “ex-tia” ainda que na minha família já tenham acontecido algumas separações, tanto do lado paterno quanto do lado materno. Por exemplo, eu tenho um tio, que já é ex-marido de uma das minhas tias a mais de 10 anos, mas eu continuo me lembrando dele como o “Tio Pedrinho” e quando o vejo, é assim que o trato e pensando nisso conclui o seguinte, se algum dia pensei ter um(a) “ex” tio(a), então com certeza ele(a) nunca conseguiu ser tio(a) na essência da palavra, ou seja, não cabe o “ex” no máximo é a mãe ou o pai de meus primos ou o ex ou a ex de um dos meus tios ou tias. A minha irmã Aletér tem a tia Malu no MSN dela e eu não sabia, outro dia descobri isso e imediatamente tomei a devida providencia e a adicionei na minha lista de contatos, e claro, falei do Blog pra ela e passamos a nos falar por MSN. A tia Malu é Mãe dos meus primos Laércio e Aecio Nora Ribeiro, gosto muito dela, uma pessoa sempre muito agradável, e agora que eu estou enchendo a bola dela aqui, imagino que vou poder contar sempre com a colaboração dela em futuras postagens, já que ela também escreve textos interessantes e me prometeu enviar algo de vez em quando, e ela já começou muito bem, um tema muito interessante, eu já vivenciei o preconceito e sei o quanto é difícil, quando alguém me pergunta se tenho preconceito seja la qual for, gosto de poder responder, que “tenho conceito” se o tenho...

JÁ VIVENCIEI O PRECONCEITO. E VOCÊ?
Malu Macedo
Podemos considerar, por vários ângulos, o Brasil como Pátria do mundo. E nesta Pátria, me digam, quem nunca sofreu com o preconceito? Isso mesmo, preconceito, que significa conceito antecipado e sem fundamento razoável, opinião tomada e formada sem fundamento. Quem nunca sofreu, atire a primeira pedra. Isso não é novidade, ninguém teve condições de atirar. Apesar de nossa miscigenação em todos os sentidos, somos uma pátria com uma sociedade totalmente preconceituosa. Muitos possuem preconceito contra: crenças religiosas, raça, estilo de vida, mulher separada, homossexual, prostituta, profissão, classe social, sexo, idade e tantos outros. Veja bem, eu já sofri preconceito e já o vivenciei na família.
Um dos preconceitos muito comuns ainda hoje é o religioso. Vamos fazer o teste: caro leitor, se você acha que sua religião é superior às demais é um forte indicio de seu preconceito com as outras práticas religiosas. Se você considera que irá ser salvo e os seus companheiros, irmãos de outra prática não serão, você no mínimo é muito petulante. Você acha que DEUS, como Pai e Criador, condenará um em detrimento de outro? Que Pai é este, se somos todos irmãos? Isso é ignorância, falta de conhecimento. Eu já senti o preconceito de meu vizinho por causa de minha prática religiosa, como também, na família, por estar namorando um homem de cor de pele diferente da minha. Veja se isso é motivo de críticas, num país formado por negros, brancos e índios? Isso é ridículo!!
Quem teve ou têm filhos adolescentes, sabe que eles sempre possuem estilo próprio, ou seja, modo de vestir, falar, pentear os cabelos, etc. Um dos meus filhos vestia-se assim: cabelo comprido, calças largas e de bolsos grandes, boné, camiseta e tênis. Certa vez seu pai solicitou que fosse ao mercadinho, próximo de casa, comprar um barbeador, e o proprietário do mercadinho me conhecia, mas não conhecia meu filho. Como havia levado moedas, retirou-as do bolso para contá-las, verificando quanto iria gastar, isso junto às prateleiras do mercadinho. Quando chegou ao caixa, o dono acusou-o de estar roubando, preconceituando a forma de se vestir do garoto, palavra expressa pelo proprietário. Imaginem, seu pai, ao saber do ocorrido...(melhor não descrever)
Acredito que partir para agressão, não resolve nada, precisamos partir para a educação, minimizando a ignorância e ela, não se refere apenas aos não letrados, vai muito além. Infelizmente é um cupim que devora a consciência de uma grande maioria de seres que não compreenderam ainda, o grande ensinamento: Faça para o outro o que desejas que o outro te faça.
Valeu Malu...

4 comentários:

Anônimo disse...

Olá André, agradeço do fundo do coração por me conceder seu espaço, é maravilho a gente poder expor nossas ideias, e isso se faz também, através de textos e artigos.

Ah, li seu comentário no www.formacaocontinuada.org/blog
Abraços
Malu Macedo

Anônimo disse...

o garanhao da madrugada, fico muito legal o texto que antecede o artigo sobre preconceito, adorei, bjo na bunda, Seu primo Aécio nora

Anônimo disse...

Olá, Aécio você não leu meu texto? Por favor leia. Abraços
Malu

Aecio >D disse...

concerteza eu li e adorei muito querida MALU k... rsrs te amooo linda... eu li mto tempo ja :D