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segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Berliner Mauer

Em 1989 as duas alemanhas, deixaram de ser duas e passaram a ser só a Alemanha...
Ja li muita coisa a respeito do muro que fazia divisão entre Alemanha oriental e ocidental...
O muro caiu em 1989, virou história, hoje não se diz mais República Democrática Alemã (Alemanha Oriental) ou Alemanha Oriental...
Ainda bem...
Pra não deixar passar em branco, aqui vai uma postagem de um vídeo do Pink Floyd que os roqueiros de plantão devem lembrar muito bem, fez um show na ocasião que foi um marco na história...

Um comentário:

Tito Maciel disse...

André...Na realidade essa é a versão mais tosca que lembro de ter visto e ouvido da música
“Mother” com direito a acordeon, vocal bucólico de Sinéad O’connor e outras coisas. Credo!! Essa idéia em nada na época tinha a ver com o Pink Floyd. Isso ae, foi de total e única responsabilidade de “Roger Waters” ex-vocalista do Pink Floyd e que perdeu na justiça o direito de usar o nome Pink Floyd, pertecente aos outros integrantes, David Gilmour, Nick Mason e Rick Wright. Aliás, as viagens lisérgicas do ex-integrante e fundador da banda morto por overdose Syd Barret, transformada no antológico álbum de 1973 “The dark side of the moon”de acordo com relatos, teve apenas contribuição de Roger Waters e não uma obra única sua, como muitos apregoam. É claro que canções deste álbum como: Brain Damage, Money e Eclipse foram criadas por Roger Waters, mas as que mais marcaram por causa da simbologia com o Filme “O Mágico de Oz” foram de autoria de David Gilmor, Rick Wright, Nick Mason e pequena participação de Waters que são elas: Time, Us and Them e Any Colour you like. Com o mundo dividido em duas partes: Socialistas e Comunistas, Roger Waters, criou e idealizou o álbum “The Wall” da banda. Nessa época o clima no grupo já estava ao extremo do suportável. Com letras de Gilmour e Waters, o álbum é um grande marco do Rock progressivo. Com Waters surgiu a idéia de transformar o álbum em um grande videoclipe que virou filme protagonizado pelo “Senhor Live Aid” Bob Geldof. O Filme que trata das infâncias dele e de seu amigo e companheiro de Pink Floyd, Syd Barret e de muitas outras que nasceram do pós-guerra (2ª Guerra Mundial) que não conheciam os pais. Pra quem já assistiu é uma viagem fantástica, pra quem ainda não viu, procure ver é uma aula de conhecimentos, de nova forma de fazer músicas, filmes e direção, essa que ficou á cargo de Alan Parker. Nos tribunais, ficou assim decidido, o nome “Pink Floyd” ficou com David Gilmour e toda a obra “The Wall” ficou com Roger Waters. Tudo isso escrevi, por ser fã da banda e por não achar ortodoxas certas opiniões de Waters. Vlw!